Dia 1 – A Chegada a Casa




O bom filho a casa torna.Bem animado, bem disposto e com uma “fralda” tamanho gigante no rabo.Eheh.Estão a imaginar?O Drama, o Horror.Concordo.
Um regresso triunfal, tal como Júlio Cesar de regresso a Roma depois de conquistar a Gália.Entrei em grande em casa depois de derrotar o quisto.Uma luta sem tréguas que demorou meses a vencer.Estou a exagerar um bocadinho não estou?Pois é, mas o blog é meu.Se outros fazem da guerra a sua publicidade(esta é para si, George W.Bush), eu aproveito este espaço para me promover.Só me falta falar na 3ª pessoa como os jogadores de futebol.Eheh.
Aproveito para dormir na minha cama.Ai que saudades.Adormeço profundamente.Um sono da daqueles que parece que estamos mortos.Meu pai regressa a casa e diz-me algo entre o sono.Algo que não percebo patavina.É do sono.Se calhar disse-me os números do euromilhões.Chiu,deixa dormir.Se calhar disse-me que a casa está a arder.Chiu, deixa dormir.Se calhar disse-me o 4º segredo de Fátima.Chiu, deixa dormir.Se calhar até disse que o preço da gasolina vai baixar.Ui Ui.É melhor dormir é.Isso nunca vai acontecer.
Depois de um belo jantar que já fazia falta(obrigado mãe),recebi a visita da minha namorada.Veio de longe para ver como estou(mais um obrigado).Perguntou se havia enfermeiras no hospital.Claro que não.Só enfermeiros.Só gajos digo eu.Que medo é esse que vocês, mulheres têem das enfermeiras?Nós homens não fantasiamos assim tantoooooo com enfermeiras.Eu não.Eu fantasio mais com condutoras da carris,mulheres que digam “uma sande e uma mine” em vez de “uma sandes e uma mini” e com a irmã Lúcia.Peço desculpa.Exagerei.Sei que vou arder no inferno por esta piada.Isto não se diz.Não volto a gozar com essa grande Sra. que tanto deu ao nosso País, a condutora da Carris.

3 comentários:

la folie disse...

AHAHAHAH bestial!
ó cromo, já assinavas quando comentas no blog :)

ablogando disse...

"Nós homens não fantasiamos assim tantoooooo com enfermeiras."

NOTA ERUDITA: Antes de a Florence Nightingale, menina da high society inglesa do século XIX, querer brincar à caridadezinha (e, quem sabe!, talvez a outras coisas..) e inventar a enfermagem militante para militares, a tarefa era desempenhada pelas vivandeiras,isto é, pelo grupo de prostitutas que acompanhavam os exércitos em campanha. E aqui há sabedoria. Quem tem ouvidos, ouça (hoje tou buéda bíblico)!
As enfermeiras actuais ajudam a curar os males do corpo. Mas é preciso também estimular a vontade de vivê-lo, dar-lhe um sentido. E que crueldade e distorção maior há do que curá-lo para, logo de seguida o mortificar, negando-lhe a vida? Quem já conversou com deficientes motores que estiveram em centros de recuperação como o de Alcoitão, sabe a tortura que representa para eles a relação "profissional" com as terapeutas ocupacionais e todos os conflitos psicológicos que ela origina.
Se calhar tudo isto está escondido no inconsciente feminino...
Longa vida ao teu rabo!

la folie disse...

AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA